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Proposta do governo, na prática, visa acabar
com a Previdência Social e não preservá-la



Os fiscais da Previdência demonstram que, em 2015, apesar
da recessão, não houve rombo, como o governo alega. Houve,
na verdade, um superávit de mais de R$ 11 bilhões

*Por Junior Santana
Assessoria de imprensa do Sindicato


Se forem aprovadas pelo Congresso Nacional as duas reformas propostas pelo governo Temer, a previdenciária e a trabalhista, vão beneficiar apenas uma pequena parcela da sociedade e não irá melhorar o padrão de vida da grande maioria da população. Contra isso o Sindicato está mobilizado colhendo assinaturas em apoio às CPIs da Previdência.

O abaixo-assinado, defende as Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) da Previdência em andamento no Congresso Nacional: a que irá investigar no Senado a situação financeira da Previdência Social e a CPI mista que será criada com participação de senadores e deputados.

Para o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São José do Rio Preto e Região, Marcos Donizete: “A triste realidade é que a proposta do governo Temer, na prática, visa acabar com a Previdência Social e não preservá-la. Se o Congresso Nacional aprová-la beneficiará só os patrões da previdência privada e irá desestimular os trabalhadores de contribuírem para o INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social), diante das dificuldades que terão para se aposentar.”

A “reforma” da Previdência fixa idade mínima de 65 anos para a aposentadoria, aumenta o tempo de contribuição para 25 anos e reduz o valor do benefício.

A fórmula 85/95 já aprovada e que está em andamento desde junho de 2015, foi negociada pelas centrais sindicais, ela estabelece que o trabalhador poderá se aposentar, com benefício integral, quando a soma da idade com o tempo de contribuição der 85 (para a mulher) e 95 (para o homem).

A 85/95 tem uma tabela progressiva: a cada dois anos, a idade para a aposentadoria vai aumentar, até chegar a 2026, quando a soma da idade com o tempo de contribuição será de 90/100.

A classe trabalhadora precisa da reconstituição do Fundo de Previdência e Assistência Social; reequilíbrio do subsistema do campo, com aporte adequado por parte do empregador rural; imediato ressarcimento aos cofres do INSS do valor das isenções e renúncias; transparência na gestão.

Previdência é patrimônio do povo brasileiro!


 
 
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